O concurso é para eleger a nova musa da edição do Garota Verão 2017 que será dia 05 de março.
As inscrições podem ser feitas até o dia 01 de março, Podem participar da disputa mulheres acima de 18 anos.
É cobrado uma taxa simbólica de R$30 no ato da inscrição , e demais informações podem ser obtidas pelo telefone (95) 99173-6683, As três primeiras colocadas vão receber o prêmio em dinheiro.
A campeã vai levar para casa R$ 500, a vice-campeã R$ 300 e a
terceira colocada ganha R$ 200. todas as três colocadas iram ganhar também um mês de academia e um bronzeamento natural.
A concurso faz parte da programação do Festival de Verão 2017 que será realizado na Praia do Cauamé
Com informações da webtv MixTV Boa Vista
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Escola abre vagas para Ensino Fundamental
A escola estadual Maria Nilce Macedo Brandão localizada no bairro Cauamé zona norte da capital abriu vagas para o ensino fundamental 6º e 9º ano, as inscrições estarão disponíveis até o preenchimento das vagas ofertadas.
Ao total foram disponibilizadas 60 vagas sendo dividas entre 6º ano matutino vespertino e 8º ano vespertino, as inscrições são realizadas somente na instituição de ensino das 8h ás 11h e das 14h ás 17h na Secretaria da escola localizada na rua suíça esquina com argentina no bairro cauamé por trás do shopping.
Com informações// Associação de Moradores do Bairro Cauamé
Construção de ponte no Jardim Caranã causa Desequilíbrio Ecológico
A Construção de ponte que interligará bairros Jardim
Caranã e Cidade Satélite está provocando a aparição de animais
silvestres no perímetro urbano da zona oeste, um grupo de ambientalistas
denunciou que uma obra de mobilidade urbana realizada pela Prefeitura
de Boa
Vista, que prevê a construção de uma ponte que interligará os bairros
Jardim Caranã e Cidade Satélite, estaria causando
impacto ambiental na fauna do Igarapé Caranã.
Segundo eles, a construção da ponte
sobre o igarapé, que está totalmente poluído, tem causado a aparição de
animais silvestres, como macacos, jacarés, tamanduás e capivaras, no
perímetro urbano da área. Segundo o ambientalista Zezé Maku, elementos
da fauna regional estão agonizando na área urbana onde está sendo
construída a ponte.
O presidente da ONG (JUPA - Juventude de Proteção da Amazônia em
Roraima) Djota Lasyn, afirma que “Os animais estão presos no meio disso e
nós
queremos fazer o remanejamento deles para levarmos para o outro lado, no
lavrado, onde não há urbanismo”, disse se referindo a uma área no Rio
Cauamé, onde há mata ciliar e área de lavrado do outro lado do rio.
O também ambientalista e jornalista
Paulo Thadeu, que mora no bairro Cidade Satélite, afirmou que há algumas
semanas vem notando a presença dos animais nas proximidades. “Estava
indo para casa, há umas três semanas, e encontrei um macaco selvagem
rastejando de um lado para o outro. Percebi que havia algo errado, pois
esses animais não apareciam ali”, disse.
Ele questionou se a Prefeitura teria
feito estudo de impacto da fauna existente na região para a realização
da obra. “Andamos até o final da obra e notamos que fizeram uma dragagem
em toda aquela área do igarapé. A tendência é que os animais fiquem
agonizando e morram ali”, explicou.
Os ambientalistas informaram que
buscarão mobilizar a sociedade e os órgãos ambientais para tentar salvar
os animais. “Nós queremos fazer o remanejamento com ativistas para
criarmos uma campanha o mais rápido possível”, frisou Zezé Maku.
OBRA – A obra de
mobilidade urbana que prevê a construção de uma ponte que interligará os
dois bairros, com o projeto está orçada em R$ 30.180.543,16, dinheiro
proveniente de convênio com o Governo Federal.
A ponte deveria ser construída na
Avenida Padre Anchieta, no Jardim Caranã, interligando a via até a
RR-205 e a Avenida das Galáxias, no Cidade Satélite. O início da obra
estava previsto para julho de 2015, com término para dezembro deste ano,
mas a construção sequer foi iniciada.
Igarapé está poluído e agonizando
Igarapé está poluído e agonizando
Depois
da denúncia dos ambientalistas, a equipe de reportagem foi até
o local onde está sendo construída a ponte que interligará os bairros
Jardim Caranã e Cidade Satélite. Apenas alguns trabalhadores da empresa
responsável pela obra estavam fazendo serviço de instalação da rede de
esgoto.
Já a área da ponte, que irá atravessar o
Igarapé Caranã, que nasce no bairro Senador Hélio Campos, zona Oeste, e
atravessa mais de dez bairros para desaguar no rio Cauamé, no bairro
Caranã, está totalmente poluída.
A água do igarapé estava com coloração
escura e fedida, além de vários dejetos estarem espalhados. Uma das
principais causas da deterioração do igarapé é a poluição, promovida por
moradores próximos em
seu leito.
Prefeitura diz que fiscaliza área e que obra é de interesse social
Prefeitura diz que fiscaliza área e que obra é de interesse social
Em
nota, a Prefeitura de Boa Vista esclareceu que a responsabilidade de
apresentar estudos ambientais de viabilidade da obra é da empresa
contratada para executar os serviços. “A construção da ponte se trata de
uma obra de interesse social e todas as etapas do licenciamento
ambiental foram respeitadas e cumpridas pela empresa. Por isso, a
prefeitura autorizou o início dos serviços”, frisou.
Ressaltou ainda que a população pode
colaborar com o trabalho da fiscalização denunciando qualquer prática
referente a crime ambiental, assim como para resgate de animais. “Basta
que seja feita a denúncia por meio do telefone 156 da Prefeitura de Boa
Vista, ou formalizar uma denúncia na Secretaria em horário comercial,
localizada na Rua Claudionor Freire, 571, Paraviana”, destacou.
Segundo a Prefeitura, a equipe da
Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Meio Ambiente mantém
fiscalizações constantes de todas as etapas da obra. “Com relação a
animais silvestres no local, a Prefeitura esclarece que a população pode
entrar em contato com a secretaria, que é enviada uma equipe para fazer
o resgate e deslocar o animal até o Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)”, informou.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Funerária rebate "falsas acusações" de atuação clandestina na Capital
Conforme informações obtidas com exclusividade pela Folha de Roraima foi divulgado por um jornal de grande circulação na capital com nome similar a este blog uma 'falsa' noticia informando que na capital existiria uma funerária com atuação ilegal e que não teria condições de atuar no ramo além do seu proprietário está fazendo vigília em frente ao Hospital Geral de Roraima (HGR) e no Instituto Médico Legal (IML) em busca de familiares que necessitam do serviço.
Por ser uma denuncia atípica o blog resolveu ir atrás do tal fato e foi descoberto que tudo não passaria de uma perseguição contra a nova funerária, que passou a funcionar a pouco tempo totalmente legalizada e com documentações que comprovam sua legalidade e capacidade de atuar com todas as condições profissionais possíveis que exige a lei.
Segundo apurado ainda foi descoberto que o presidente do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Funerários do Estado de Roraima (Sindepres) além de proprietário do único cemitério particular da cidade é também dono da maior funerária da capital o que justifica a falsa denuncia temendo concorrência além de acobertar um suposto caso de pedofilia envolvendo funcionário de uma das funerárias filiadas ao seu sindicato.
PREFEITURA – Por meio de nota, a Prefeitura de Boa Vista afirmou que as denúncias devem ser realizadas através da Central 156, com o maior número de informações possíveis, inclusive endereço, para que a Vigilância Sanitária envie a equipe ao local para fiscalizar e inspecionar as condições higiênico-sanitárias do estabelecimento.
PEDOFILIA NA FUNERÁRIA – Para que um suspeito seja preso, contudo, precisa haver comprovação da materialidade do delito, ou seja, uma prova concreta de que a pessoa cometeu o crime. tanto a funerária envolvida quanto ao funcionário estão sendo investigados pela Polícia Civil.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Remídio Monai anuncia pré-candidatura ao Governo de Roraima em 2018
Eleito deputado estadual por duas vezes e atualmente colocado entre os mais votados como deputado federal, o empresário político anunciou que será um dos nomes a disputar o Governo de Roraima em 2018, confiança e fidelidade de seu eleitorado além de sua honestidade é uma das razões do deputado federal se qualificar para disputar chefia do poder executivo.
Atualmente como deputado federal Remídio tem se desdobrado para atender todas as necessidades dos roraimense, exemplos como recurso alocados para saúde pública, tais como construção da Maternidade de Rorainópolis, cujo projeto está em vias de aprovação na Caixa Econômica Federal (CEF). A foto que ilustra essa nota é da maquete da nova unidade hospitalar a ser construída em Rorainópolis, no sul de Roraima. O valor do projeto é de R$ 4,7 milhões, recursos oriundos de emenda do deputado federal Remídio Monai, recursos para a secretaria municipal de saúde do município de Boa Vista.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Vexame: Teresa Surita se 'perde' ao cantar Hino de Roraima
Nesta segunda-feira (06), durante a posse da nova presidente do TRE/RR, que contou com a participação de autoridades locais, como Desembargadores, Deputados, a Governadora Suely campos e a prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, além de servidores da casa, um momento gerou certo desconforto em quem participou da solenidade, foi quando ao entoar o Hino do Estado de Roraima, os convidados perceberam que a prefeita não sabia cantá-lo, apesar de tentar acertar vários trechos.
O hino de Roraima, que exalta as belezas e riquesas naturais do estado é de autoria de Dorval Magalhães, poeta e escritor roraimense e a música do maestro Dirson Félix Costa.
14 anos depois, Supermercados Butekão e Romero Jucá como tudo começou
Nos próximos dias uma reportagem exclusiva com imagens de época deve revelar como Romero Jucá de fato se tornou senador com o fim de uma das maiores redes de supermercados nos anos 90 a 2000 em Roraima.
MENINO DE OURO
Não muito longe da realidade dos roraimenses, Rodrigo Jucá, filho do senador, antes de completar 25 anos de idade é o que se pode chamar de um empresário de sucesso, o verdadeiro menino de ouro.
Com a sua empresa Societat Participações Ltda, dele da irmã Mariana e das duas filhas da prefeita até então Teresa Jucá, Luciana e Ana Paula Surita, Rodrigo mantinha relações financeiras com empresas de grande porte, como a Diagonal, do tio Álvaro Jucá, que controla o shopping mais fashion do Recife, o Alfândega.
SEM FUTURO
Em 2003, mesmo com a falência já com o pé dentro da casa, Rodrigo comandou a compra do falido supermercado Butekão. Desembolsou através da Societat mais de R$ 450 mil oriundos não se sabem bem de onde. Rodrigo e suas sócias, que passaram a vida estudando, gastaram bem numa coisa sem futuro. Tão sem futuro que o Butekão fechou suas portas seis meses depois de entrarem no negócio.
COMO JUCÁ SE TORNOU SENADOR
A CPI do Banestado quebrou em 2003 os sigilos bancário, telefônico e fiscal do maior doleiro de Roraima, Pedro José de Lima Reis, 57, que teve relacionamento político e empresarial com o ministro da Previdência Social, Romero Jucá (PMDB-RR), e família.
Reis foi o maior doador da campanha de Jucá ao Senado em 2002, com R$ 100 mil entregues por três empresas diferentes no mesmo dia, 12 de agosto -o Hotel Aipana, o Supermercado Butekão e a Cecon Engenharia. O doleiro, cuja casa de câmbio Lyne Tur Viagens funciona em Boa Vista (RR), também foi suplente de Jucá no mandato anterior, até 2002.
O vínculo entre ambos se estende aos negócios particulares. Documentos registrados na Junta Comercial de Roraima, aos quais a Folha teve acesso, revelam que Reis foi sócio, em 2003, da empresa de Brasília registrada em nome de quatro filhos de Jucá, a Societat Participações Ltda. Apesar de muito jovens (o mais velho tinha, na época, 21 anos), eles entraram com R$ 480 mil na sociedade.
O valor está registrado no contrato, mas a assessoria de Jucá negou que os filhos tenham desembolsado valores. A Societat, por meio de uma outra empresa, chamada Uyrapuru Comunicações, administra e gera as imagens da TV Caburaí, afiliada da Rede Bandeirantes em Boa Vista.
A quebra do sigilo de Reis foi pedida na CPI do Banestado pelo relator da comissão, o deputado federal José Mentor (PT). A CPI foi criada para investigar a remessa de recursos para o exterior.
Também foram quebrados os sigilos de nove empresas de Reis, incluindo as que doaram a Jucá.
Os motivos que levaram o relator a investigar Reis e suas empresas não foram detalhados por escrito na comissão. "O critério foi: todos aqueles que tinham conta ou subconta na Beacon Hill e no Banestado e que nós tínhamos informações suspeitas de operações no mercado paralelo", disse Mentor à reportagem na última sexta.
Fechada em 2003 por autoridades norte-americanas, a empresa de fachada Beacon Hill Service Corporation é considerada pela Promotoria nova-iorquina a maior lavanderia de dinheiro brasileiro em Nova York. Operações deram origem à Operação Farol da Colina, que no fim de 2004 levou à prisão mais de 60 pessoas.
Mentor disse que não poderia comentar, por causa do sigilo bancário, o que foi encontrado a respeito de Reis a partir da quebra do sigilo dele e de suas empresas. Acrescentou, contudo, que as informações são compartilhadas com a Polícia Federal, que poderia abrir investigações próprias.
As digitais do doleiro estão por toda parte nas bases de dados da CPI: seu nome aparece em remessas do Brasil para o Banestado nos EUA por meio da "offshore" Blue Carbo, controlada pelo doleiro do Ceará Alexander Ferreira Gomes, consta da relação de operações da Beacon Hill e das movimentações do MTB Bank de Nova York.
Em síntese, operações ditas suspeitas pela CPI consistem em movimentar, enviar ou receber recursos por empresas de contas abertas em nome de "offshores" (sediadas em paraísos fiscais, de donos desconhecidos), as quais o Banco Central não controlava.
Reis enviou do Brasil ou movimentou no exterior pelo menos US$ 307,9 mil. Em 18 de setembro de 2002, consta o envio para seu próprio nome, por meio de terceiros, de US$ 40 mil em subcontas da Beacon Hill. Em cinco operações no MTB, Reis recebe recursos de três empresas "offshore".
O negócio entre Reis e a família Jucá durou apenas sete meses, de 15 de maio a 1º de dezembro de 2003. A sede da Societat, no edifício Office Tower de Brasília, não passa de duas salas de escritório fechadas há mais de dois anos.
Segundo os vizinhos de andar, ninguém aparece lá para trabalhar, com exceção de uma pessoa que recolhe a correspondência e paga as taxas do prédio.
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